Temo, pois, de não ver minha vida nos entremeios... pouco penso sobre as sensações, tão preocupada com fortes emoções que recrio. Não sei o que realmente vivo... Vivo, às vezes, de histórias que invento.
"(...) E tenho saudade, uma saudade esburacadora de tudo dentro de mim, ardida, azeda, amarga. (...)"
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