terça-feira, 16 de junho de 2009

(...) e desceu até o fundo. Subiu procurando o ar, a água entrava aos poucos pelas suas narinas, ouvidos e boca. Estava aflita por encontrar o lado externo da água.
Quando colocou a cabeça do lado de fora...
Sentiu alívio e sugou o ar com força, com o pouco que lhe sobrou. A tosse era intensa, tosse de quem sente água gelada entrando por todas as suas vias, mas respirava cada vez mais aliviada, com intensidade.

Respirava...

Vivia...

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Se a vida gira em torno de um grande mistério, comigo não poderia ser diferente.